Informações do Post - - Jonas Henrique - - 13 de março de 2018 | - 1:41 - - Home » » » - - Sem Comentários

Livro da Semana: Clube da Luta Feminista

 

Capa do Livro

Nossa dica de leitura desta semana dá continuidade ao nosso especial sobre o mês das Mulheres, e a nossa indicação é um dos mais recentes lançamentos da Fabrica231, selo da Editora Rocco que está atento às principais tendências do nosso tempo, em sintonia com o seu público. Estamos falando do Clube da Luta Feminista que foi escrito por Jessica Bennett, uma obra que traz importantes reflexões sobre a luta das mulheres em busca de igualdade e respeito, não só nos ambientes de trabalho como de modo geral, mesmo com os todos avanços proporcionados pelo século XXI, ainda existe muita desigualdade entre homens e mulheres no campo do trabalho, há muita luta pela frente.

Sinopse

Mesmo com as conquistas femininas alcançadas ao longo dos anos, muitas mulheres ainda deparam com o machismo, especialmente na vida profissional. Em Clube da Luta Feminista – Um manual de sobrevivência (para um ambiente de trabalho machista), a jornalista Jessica Bennett, responsável pela recém-criada editoria de gênero do The New York Times, mescla dados de pesquisa a experiências pelas quais ela e as amigas passaram, mostrando que os obstáculos existem, mas é possível reagir. E a chave para enfrentar o patriarcado é a sororidade, a aliança feminina baseada em apoio mútuo, empatia e força.

Logo nas primeiras páginas, descobre-se que o Clube da Luta que dá nome ao livro não é ficção – todos os meses, um grupo de mulheres, com idades entre 20 e 40 anos, se reunia em um apartamento para conversar sobre seus empregos e desabafar. Em comum, queixas relacionadas ao machismo sutil enfrentado no dia a dia, como ver um colega homem levar o crédito pela ideia de uma mulher, ser constantemente interrompida em reuniões e, ao mostrar descontentamento, ter que ouvir perguntas ou comentários sobre TPM.

 Embora trate de um assunto sério, a autora não abre mão do humor e de recursos gráficos, conferindo leveza e ironia à publicação. Também há espaço para a participação de quem lê, por meio de formulários que devem ser preenchidos de acordo com o compromisso a ser assumido com o clube da luta feminista. O livro mostra também que o patriarcado não é o único obstáculo a ser ultrapassado pelas mulheres. A autossabotagem feminina se manifesta em perfis como a mãezona do escritório, a rejeita-crédito, a mulher-capacho e a contorcionista, entre outros. Novamente, cada atitude é descrita em detalhes, seguida de métodos para não se deixar levar por elas. Parte manual, parte manifesto, o livro de Jessica Bennett mostra que entrar para o Clube da Luta Feminista significa não só apoiar suas parceiras, mas também protestar contra racismo, machismo, homofobia e xenofobia, em qualquer circunstância.

 

*Com informações da Editora Rocco




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